Eu realmente não ligo para quem fuma. Sério. Quer se matar o problema é seu e de ninguém mais. Meu único problema são aquelas que não percebem que nem todos no mundo fumam que nem ele/a. Tem dois lugares que eu tenho vontade de me enforcar toda vez que preciso passar: A saída do prédio aonde eu trabalho e a praça Rui Barbosa aqui em Curitiba.
No caso do prédio é porque parece que a maioria dos fumantes do meu prédio vai morrer (ô ironia) se não descer pra fumar a cada uma hora. Problema deles mais uma vez, exceto que eles fumam na saída do prédio. Ou seja, eu vou sair pro almoço ou voltar do almoço lá está a **Cortina de Fumaça** para me receber de maneira amistosa.
Quanto à praça o buraco é mais embaixo, porque além da fumaça ainda tem os outros odores da Rui Barbosa que constroem um cheiro indescritível em palavras. O suficiente pra ser o único motivo pelo qual eu detesto pegar ônibus em Curitiba.
Em ambos os casos no entanto o mal é o mesmo: Ambientes abertos. Parece que esse é o mantra dos fumantes quando você pede, educadamente, que as pessoas se desloquem para um local mais afastado de você. “Aqui é ar livre cara, você que vá pra outro lugar!”, “Incomodados que se retirem”, “Estou no meu direito!” e por aí vai.
Honestamente? Deviam proibir o fumo em vias públicas e em locais fechados. Aliás, que permitam apenas no seu próprio território ou com autorização do dono.
