Pelo menos é o que diz o certificado da Mozilla.
Moral da história? Nenhuma, clica aqui e faça alguma idiotice também!
Pelo menos é o que diz o certificado da Mozilla.
Moral da história? Nenhuma, clica aqui e faça alguma idiotice também!
Por muito tempo eu quis ter um notebook/desktop da Apple. Era algo diferente, tanto em software como hardware, afinal, em tempos anteriores os processadores eram PowerPC. Eu ficava encantando com aquilo, ao ponto de sempre ter querido um PowerMac G4 Cube. Só porque era, um cubo!
Qual foi minha surpresa quando soube que eles trocariam para processadores Intel (no mesmo ano em que o Debian soltou uma versão estável depois de séculos sem, provando que o inferno congelara), e qual foi também o tamanho da minha decepção. Senti-me traído, pois jamais acharia justo apenas um computador ser relativamente bonito e com software diferente! “Infernos! Enfiem na orelha esses novos Intel Macs!” pensei. E desisti.
Algum tempo depois fiz a aquisição de um iPod Shuffle - aquele mesmo sem display que parecia um controle remoto miniatura, que aliás, é como o controle remoto dos Macs o é - e achei aquilo maravilhoso. Ainda não quis comprar um Mac, mas achei aquilo maravilhoso.
Anos depois, sai o iPhone e depois o iPod Touch. “Oba! Agora terei algo fodástico sem precisar do telefone, que nem quero.” mas mais uma vez me decepcionei já que o velho e bom lock-in da Apple não permitiria que eu o utilizasse em meu Linux. Sem falar que minhas músicas estavam todas em Ogg Vorbis (procure por gapless playback nos arquivos do blog), e mais uma vez, desisti.
Esta semana que passou no entanto vi que a Fnac anunciou um Macbook por R$2099,00. Tudo bem, era um dos modelos antigos e vinha com o Tiger (10.4) mas quem ligava? Estava barato ora diabos! E comprei! E fui feliz! Até o fim da tarde quando a Fnac me avisou que o estoque tinha acabado. Erro de algum estagiário provavelmente, isso foi na quarta.
Mas eu já tinha vislumbrado tudo que faria com meu Macbook. Levaria-o até o parque para tomarmos um choppe e olhar as pessoas andando. Viajaríamos para a Alemanha e tomaríamos choppe novamente. “Deus, eu sucumbi!” pensei, e de fato, sucumbi. Queria aquilo, precisava daquilo.
Sexta-feira, Steve Jobs teve minha alma colocada em sua prateleira. Oh Discórdia!
Hoje ouvi a notícia que o excelentíssimo excêntrico presidente Lula vai liberar R$80 mi para o comitê que quer trazer as Olimpíadas de 2016 pro Rio. Que bom né? A CSS foi aprovada ontem na câmara - e como todos sabemos por experiência o dia que o dinheiro pra saúde chegar nela vai ser milagre - e eu leio uma notícia dessas dizendo que só pro comitê que quer trazer vão R$80 mi.
Desculpem os otimistas, mas o Brasil ainda é terceiro mundo. Ponto. Emergente é Narcisa! Nós não temos um sistema de saúde que presta meu Deus, e vamos torrar dinheiro com pão e circo para o povo! Uma vez “discuti” com a Fabiane (trackback “usurpador” 2: a missão) no MeioBit pois ela desmerecia o Brasil. Eu não me considero nacionalista mas gosto do meu país - leia bem, do meu país a nação, não do Estado o poder - e espero realmente que o Brasil tome bem no meio da “tarraqueta” com as Olimpíadas.
Isso me lembra que em 2014 teremos a Copa do Mundo. Honestamente? Espero que em 2013 quando, supostamente, uma comissão da FIFA vem vistoriar pra saber se o Brasil tem condições de sediar a Copa eles dêem um belo “dedo no meio do fiofó” dos brasileiros e levem a Copa pra outro país.
Antropofocus: Sexta fui ao teatro com a Elle, o Anthuan e mais um casal de amigos do Anthuan assistir a primeira das três peças do grupo Antropofocus que eu e eles marcamos de ver. A peça se chamava Estereotipaciones aonde eles interagem bem com o público. Eu saí com a parte do meio do rosto doendo de tanto ter dado risada. Segundo o Anthuan e a Elle Pequenas Caquinhas ainda é melhor. Mifu.
Hamilton dirige tão bem quanto… Uma mula: Quem viu viu, quem não viu procure. Hamilton demonstrando o que eu sempre falo sobre os semáforos. Depois dessa eu pedia pra pilota barco ou avião, sei lá, mas um F1 nem me pagando (tão bem assim) eu teria coragem.
Dexter: Dexter é uma das séries mais fodas que já vi. Junto com House, Lost, Heroes, Friends e por aí vai. Em suma, eu sou um fã mesmo.
Grêmio: 2×1 contra o Fluminense titular. Chupa… Er… Algum time cagalhão que riu do meu!
Tururun… Tshhh: Aqui, valeu amor!
Internet: Não funciona em casa. Viva Virtua!
Este post: É um lixo eu sei, mas eu precisava escrever algo.
Antes de mais nada, hoje é o Dia Mundial do Meio Ambiente, e eu espero sinceramente que você tenha um pouco de consciência e melhore seu trato pelo local em que vivemos, preferencialmente que tenha tomado atitudes que você não toma normalmente e comece a tomá-las sempre.
Agora ao tópico principal, o porquê de eu odiar Flash. Honestamente, Flash é uma ótima tecnologia pra vídeos sob demanda. Sim eu sei, muitas pessoas já divagaram sobre isso, mas eu passei os últimos 10 minutos querendo explodir a tela do computador pois queria acessar o site do Dotz (putos, não merecem nem meu link!) e como eu não tenho Flash aqui, por motivos alheios à este artigo, e uma daquelas infernais propagandas em Flash que ficam flutuando sobre a página fica exatamente sob a caixa de login do site. E óbvio que para fechá-la apenas se você tive o “prugin do fréxi” (um Charge pra quem entender a referência).

photo credit: Jonny Thirkill
Veja que após algum esforço do método científico Bicudas alternativis eu achei a página de login e consegui ver o que queria, porém, quando quis voltar para a página inicial para clicar no link do Submarino (putos também!) para fazer a compra fazendo uso do Dotz e ganhar “3 Dotz por real!” quem disse que o menu não era em Flash também?
Para todos aqueles que ainda acham que usar Flash é uma boa idéia, 1998 ligou. Ele quer sua tecnologia de volta. Fuckers.
Seria um brownie que é true* um trownie?
* true, tr00, troo: coisas de headbanger. Indica que tal coisa é absurdamente boa/foda.
Num daqueles meus momentos avançados de pensamento - leia-se, enquanto eu tomo banho - estava pensando sobre qual é o propósito da vida afinal de contas. Não a minha, a sua ou das pessoas, mas o conceito em geral para todos os seres vivos.
Começando pelas plantas. Você pode alegar que um pé de alface ou uma cenoura tem um propósito bem definido: ser alimento, participar da cadeira alimentar. Mas e uma roseira? O propósito dela é tão e somente agradar a nossa visão e dos outros seres capazes de perceber isto? “Ah, mas a roseira serve para as abelhas carregarem o pólen e etc e tal!”. Legal. E por que as abelhas carregam o pólen?
Veja, não duvido que tudo tenha um propósito, tudo mesmo (quer dizer, eu ainda não vi propósito nisso mas tudo bem) com exceção de objetos sem vida. Eu só não consigo compreender porque isso tem algo a ver com a nossa existência.
Passei rápido pelos animais porque no fundo é parecido com as plantas, mas agora chego em nós Homo sapiens (ui!). Qual o nosso propósito?
Eu sei, eu sei, é uma questão muito filosófica e eu não tenho conhecimento de causa, mas, toda vez que eu chego nisso a única conclusão que eu tenho é que a religião serve pra preencher essa lacuna de porque estamos aqui. As pessoas buscam algo pra justificar sua existência, e também justificar suas inabilidades, incapacidades, erros. Mas, mesmo desconsiderando a religião, vamos supor que não exista nada além de morrer: reencarnação, ressureição, espaços alternativos, 40 virgens de 20 anos e por aí vai. Suponha que aqui é o fim.
Sabendo disso, por que você acorda de manhã todos os dias e estuda/trabalha/comete crimes? Por que você aproveita o dia se no fim, nada importa? Deixar um legado é importante? Tornar-se famoso? Ou nós deveríamos todos gritar em conjunto “Dane-se. Viva e deixe viver!”?

photo credit: David Gunter
Eu ainda não decidi qual é a minha visão sobre a vida e qual o meu propósito em todo o contexto. Afinal, no infinito do universo somos nada além de fração da fração da coisa mais ínfima existente.
PS: Eu acredito que existe algum entidade mega-foda que produziu tudo isso, obviamente isto poderia ser até o sol mas não vem ao caso, e que agora ela só assiste e quando a gente morre ou ela fala “GAME OVER. CONTINUE (Y/N)?” ou “É PEGADINHA! É PEGADINHA!“.
Você, caro amigo macho, além de respeitar sua posição deve zelar por sua imagem. Por isso segue aqui uma pequena lista de bebidas que você jamais deve tomar!
Toda pessoa do sexo masculino que você já cumprimentou já bateu uma punheta com aquela mesma mão.
Andar de táxi é sempre uma coisa divertida, não importa a hora do dia e nem o motivo do seu uso. Aliás, acredito que independa até mesmo do país em que você se encontra. Começo por uma corrida que fiz ontem pra ir até a casa da Elle e depois sairmos jantar.
O cara tava muito apressado. Apressado mesmo. Tá, até aí normal… Se não fossem 20:00 e eu não tivesse dito que estava com pressa. Enquanto eu falava com a Elle comentei do jogo do São Paulo (0) x Grêmio (1) e ele perguntou do jogo que time? Claro, Corinthians. De qualquer jeito, esse era bem gente boa, falava bastante e tudo mais. Apressado, a Elle até sugeriu da gente pedir pra ele esperar e levar a gente no local exato, mas levando em consideração a velocidade que ele estava e o fato de ter atendido o telefone do “amor” dizendo que logo ia pra casa, tava fora de cogitação.
Na sexta pra irmos até o outro prédio da empresa pra uma reunião pegamos um táxi e esse superou as expectativas no quesito musical. Quatro horas da tarde e o cara ouvindo aqueles sertanejo de doer a alma. Quando a música acabou pra minha surpresa eu percebi que veio outra música sertaneja e com desgosto constatei que era o CD do cidadão aquilo. O ápice foi quando o celular dele tocou o quê? Óbvio, sertanejo.

photo credit: Mathieu Struck
Quando eu fiquei nos EUA eu peguei vários táxis, mas nenhum ganhou até hoje do cara que ao saber que a gente era do Brasil perguntou se a gente conhecia o Requife (sic). É que ele conhecia uma mulher do Recife e trocava emails, msn e por aí vai e estava querendo fazer ela ir pra lá, porque ele tinha medo de voar. E ele se perguntava se era tão difícil assim conseguir um visto pra entrar nos EUA. Bem, levando em consideração o que a mulher queria fazer, obviamente que é difícil.
Ainda tem o cara que ficou 30 minutos me falando como bom mesmo era na época da ditadura, porque “quem não deve não teme”; O paulistano que só faltou eu tomar no rabo porque eu precisei pagar uma corrida de R$15 com cartão de crédito - o que posso fazer se é regra da empresa?; O cara que me contou das bebedeiras dele enquanto me trazia pra casa às 3:00 da manhã.
Ah, esses taxistas.