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Archive for the ‘Interessante’ Category

Quem dera…

abril 19th, 2009

Quem dera eu pudesse escrever aqui com mais frequência mas ultimamente eu ando sem inspiração alguma para escrever. Não eu não pretendo fechar o stoploudness tampouco desistir de escrever de uma maneira em geral. Eu ainda acho que tenho bastante para compartilhar (lol) com o mundo dos meus pensamentos e divagações acerca da sociedade.

Aliás, eu vi que tem um rascunho de 30/março ainda sobre um assunto que talvez valha a pena elaborar… Quem sabe amanhã já que eu tenho de trabalhar :(


Bobagens, Interessante, Vida

São os detalhes que importam

janeiro 19th, 2009

Desde Julho/2008 eu sou um usuário feliz (no bom sentido) de produtos Apple como sistema operacional, ou seja, eu uso Mac OSX no meu MacBook. São poucas as coisas que me incomodam nele já que o sistema é realmente não intrusivo. Estou deveras contente. Até que hoje deparei-me com a seguinte janela pipocando na tela quando fui instalar um programa:

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Para alguns que não sabem, são poucos os softwares para OS X que necessitam ser instalados de verdade; A maioria basta você arrastá-lo para a pasta Aplicações e voilá! Alguns casos é necessário instalar mas nada que afete sua vida realmente. Minha surpresa foi porque até hoje as atualizações que me fizeram ter de reiniciar a máquina eram as do sistema operacional e das grandes, nunca para instalar um software qualquer.

Este mundo de reiniciar a máquina para atualizações era coisa da Microsoft e quando eu atualizava o kernel do Linux*, seja com algum módulo ou versão mesmo. Deixei de lado a instalação porque não queria reiniciar a máquina neste momento e porque fiquei ofendido com a situação.

O software? Microsoft IntelliMouse.

* Eu sei que o Linux é o kernel

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Ah Brasil…

janeiro 12th, 2009

As Olimpíadas de 2008 foram patéticas para o nosso país, isso é um fato. Falta dinheiro mesmo, grana, verdinhas! Não dá pra ir competir com países que investem zilhares de dólares para ganhar medalhas. A gente vai se contentando com bronze. Típico de nós latinos – nos contentarmos com qualquer porcaria.

Agora, descaso com atleta é pra quebrar as pernas. Ou o punho neste caso. A Jader Buárbosa arrebentou-se. Se a culpa é da CFG ou não eu tô realmente shitting and walking mas é este ponto que eu achei bacana da notícia referindo-se ao suposto fato de que não permitiam que ela bebesse água – ela tem pedra nos rins – enquanto estava concentrada no CT em Curitibópolis:

Não precisava disso, né? Nem nutricionista a gente tinha lá. Cada uma comia o que queria. Depois, reclamavam do nosso peso – disparou.

Pô? Que falta dinheiro falta, grande novidade. Mas bem que podiam ter pelo menos contratado uma nutricionista pra montar o cardápio das meninas né?

E depois querem que a gente seja uma potência nos esportes.

[ Vi aqui ó ]

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Meta-postagens… Meta o que?

dezembro 9th, 2008

Uma das coisas que mais me diverte em ler blogs brasileiros* é ver como grande parte das pessoas evita falar sobre blogs/blogueiros e por fim termina dizendo que isto é uma meta-postagem. Apenas de olhar rapidamente nos feeds que eu assino eu percebi que já existia uma duas ou três postagens sobre meta-postagem mas foi a do Ibrahim que me fez pensar nisso tudo de meta-postagens.

Meta-dado de uma meta-imagem deste meta-post...

Mas o que há de errado nisso? Existe alguma regra obscura que proíba que os blogueiros falem de blogs em seus, pasmem, próprios blogs? É uma regra não escrita que diz que no momento que você fala de blogs você tem de deixar claro que é uma meta-postagem; Algo como aqueles que ganham dinheiro pra falar de um produto e sentem-se melhores por dizer que é uma postagem paga.

Eu acho uma coisa tão… natural falar de blogs. Afinal, o que é um blog se não uma ferramenta criada para que cada um possa expor sua opinião sobre qualquer assunto até mesmo, e por que não, blogs! Quem foi o primeiro sacripanta que se sentiu ofendido por ter lido sobre blogs em um blog? O problema é quando alguns escalam isso num nível mais elitista. Alguns consideram blogueiros que falam de blogs meros “emos de colégio”. Ou até mesmo aqueles cujos blogs são apenas listagens de piadas, imagens e vídeos do tutube engraçados.

Acho que este povo que considera os blogs a “Nova Mídia” esqueceu o que eles são de fato: Espaços privados para opiniões sem medo de parcialidade, para expor opiniões e vontades de maneira livre e desempedida. Considero que os blogs são uma mídia nova e diferente sim mas esquecer o que um blog é no seu íntimo é ofender a si mesmo.

* Não sei se isso escapa dos blogs .br pois leio um ou outro blog de fora do país


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Allegro ma non troppo

outubro 29th, 2008

Faz pouco mais de seis meses que me interessei por música erudita a ponto de ter algumas composições em CD, devidamente ripadas no laptop para apreciação no conforto da mesa ou no super-ônibus curitibano. Se for analisar minha evolução musical, é um tanto quanto interessante que tenha chegado neste ponto levando em conta que o primeiro estilu estilo musical que eu gostei na minha vida foi Nu Metal.

A bem da verdade é que eu compreendo de nada para coisa alguma sobre as construções, movimentos, tons, notas e tudo mais que é relacionado à música erudita. Eu gosto de ouvir, pura e simplesmente, a obra inteira em execução. Eu me emociono toda vez que escuto Eroica, e não é porque eu entendo todas as nuances utilizadas na execução/composição. Acredito que é justamente porque eu não entendo que talvez eu aprecie mais ainda uma execução destas.

Quando eu vejo como fui parar para ouvir este estilo de música (veja que eu nem classifico em sub-gêneros como Barroco, Renascença, Romantismo etc) eu me divirto. Um dia, parado dentro da Saraiva depois do almoço, olhando pra lá e pra cá nos CDs e Livros – como sempre – eu parei na seção de música erudita, olhei uma coletânea de 6 CDs de Vivaldi por “miseráveis” R$39,90. Vi que tinha As Quatro Estações e pensei que seria uma boa idéia levá-lo.

Meu primeiro erro foi no momento que eu pensei em ripar para o laptop e percebi que era (ainda é) um esforço descomunal para corrigir os metadados de cada música, movimento e tudo mais. Enquanto eu escrevia este texto eu percebi também que eu coloquei as notas musicais na escala C, D, E, F, G, A, B (C) enquanto escrevi o resto em português, sendo que no Brasil nós utilizamos a escala Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá, Si (Dó). Como já disse, eu não entendo muito da parte teórica então talvez eu esteja enganado mas não acho que faça muita diferença (só fazer uma conversão).

Meu segundo erro foi insistir em escutar enquanto me concentro em outras coisas. Isso é possível (apesar de errado também) quando a música é mais simples, sem um trabalho grande por trás e principalmente, quando tem menos de 5 minutos no total. Quando eu vi que não conseguia entender a música enquanto estava fazendo outras coisas foi que eu percebi que eu devia era sentar no meu quarto e, de fato, apreciar a música como um todo.

Meu terceiro, e até então último erro, foi achar que mesmo execuções de maestros e orquestras diferentes de uma mesma peça não teriam diferenças grandes demais para serem notadas. Eu percebi isso claramente quando escutei a Coral em duas execuções diferentes e fica evidente a diferença de interpretação das pessoas para uma mesma composição. Tá, não é tãããão diferente assim, mas perceptível mesmo para um leigo como eu.

Mas o que mais me surpreendeu foi que eu achava que este tipo de apresentação custava um dos olhos da cara e mais um pedaço do fígado (regenera né?) para poder assistir. Vi que há apresentações aqui em Curitiba mesmo que não passam dos R$20,00. Duvido que se viesse uma daquelas filarmônicas ultra-mega-famosas custaria o mesmo preço mas provavelmente seria mais aceitável que os “míseros” R$600,00 para ver o BB King.

Quando eu parei e pensei sobre este texto, e como eu me divirto em escutar música, eu percebi que eu realmente não tenho afinidade para executar isto, que meu propósito nisso tudo é apreciar. Não é preguiça e nem medo de falhar. Apenas o fato que eu sei que eu aprecio melhor do que executar, em especial porque eu não estou me prendendo aos conceitos teóricos e práticos da música erudita. Estou apenas apreciando.

Interessante, Vida

Patrocínios interessantes

agosto 6th, 2008

Estamos em época de Olimpíadas na China. “Grandes coisa” como eu diria se você viesse falar pessoalmente comigo. Eu não só não ligo tanto assim para os jogos como até torço pro Brasil perder o futebol masculino – quem sabe assim o Anão cai.

Então, entrarei em um outro mérito que eu achei sensacional: patrocínios. Alguém mais acha irônico que o patrocinador oficial das Olimpíadas de Pequim 2008 é uma das redes que produz a comida mais gordurosa da face da terra?

Amo muito toda a banha?

Amo muito toda a banha?

Sem brincadeira, é como se eu entrasse na Igreja Católica e dissesse que eu vou doar R$2.000,00 por mês de dízimo provenientes do meu trabalho como traficante e cafetão.

Eu acho isso engraçado na verdade já que a idéia é promover os jogos não? Saúde não? Hã? Repare que o “líquido negro do capitalismo” também está ali.Mas e no Brasil? A gente só tem patrocinadores que fazem jus à saúde né?

Gelaaaaaadaaaa!

Gelaaaaaadaaaa!

Bizarro, Interessante, Interweb

Monografia, Batman e Febre

julho 29th, 2008

Ontem defendi minha monografia. Adeus UFPR! Nunca mais quero entrar naquele lugar e ter de estudar essas coisas que eu nunca me animei em estudar — claro que houve coisas que valeram a pena. Foi uma defesa tranquila na verdade, o assunto também.

Levando em consideração que tive 2 meses pra fazer todo o meu trabalho porque mudei de tema, eu até fico feliz com o resultado. Poderia ter sido melhor, mas pra conseguir minha formatura assinada e carimbada, quem liga?

Ontem fui ver o Batman e gostei muito. Ficou realmente muito bom o filme. Várias cenas de explosões, coisas idiotas como pessoas pulando de prédios e outros itens que são perfeitos para filmes de ação. É por isso que assim como Duro de Matar 4.0 também é um excelente filme, mesmo com suas nuances de computação (prefiro uma invasão de 192.168.0.0/24 do que 350.x.x.x). Algumas pessoas esquecem que filmes são vários tipos de arte possíveis e não um tratado sobre psicologia.

Por isso que o Coringa neste filme ficou excelente, ele é pura e simplesmente louco. Quem liga se ele fugia um pouco do princípio de caos e destruição? É um filme oras! E de Hollywood ainda por cima. Quer filme com conteúdo assista cinema francês ou árabe. Boa sorte com isso. Obviamente não farei uma resenha sobre o filme porque não sei fazer isso. Ou eu gosto dum filme, ou eu não gosto. Ponto final.

Pra fechar bem o dia da minha libertação eu tive uma febre cavalar, fui dormir de moletom, edredom e dois cobertores e ainda estava tremendo de frio. Foi trash. Eu devo ter sonhado uns 70 sonhos diferentes enquanto delirava. Sonhei que era espancado, chutado, ganhava na mega-sena, que eu era o Batman (esse até que foi legal), que eu voava. Foi um misto. Tão forte que hoje de manhã eu levantei, tomei um banho pra ir trabalhar mas o corpo não aguentou, ele implorou pra ficar na cama. Implorar também é sacanagem. Ele me deu uma bela duma rasteira isso sim.

Ótimo jeito de começar a minha vida livre!

Bobagens, Divagações, Interessante

Os semáforos e a vida moderna

julho 22nd, 2008

Atenção: Na sua terra você pode chamar semáforo de sinal, sinaleiro, sinaleira, farol ou qualquer outro adjetivo. Lembre-se que são aquelas luzes de controle de tráfego em cruzamentos.

Foram três exemplos em menos de 24 horas. Três exemplos de pessoas que deveriam morrer, mas como a morte estava passeando pela minha casa pra levar a outra das minhas cadelas embora, elas sobreviveram. Três pessoas que se tivessem um pouco mais de paciência não tomariam sustos desnecessários, ou morreriam.

A primeira foi atravessar a rua enquanto o semáfaro para ela estava fechado e pros carros que fariam a conversão à esquerda estava aberto. Ela se aventurou na rua, quase foi atropelada e xingou o motorista. Alguns segundos depois ela fez a mesma façanha na outra esquina.

O segundo era mais habilidoso, ele furou o semáforo em um cruzamento e quase levou uma pancada na lateral que, apesar de não fazer capotar, teria matado a criança que estava no banco da frente sem cinto de segurança. Nesse caso o carro errado era o que vinha na rua contrária do meu pai e eu.

A terceira conseguiu uma menção digna de Darwin Awards. Além de resolver atravessar a rua enquanto vários carros passavam pela pista, ela tropeçou e caiu de quatro no meio da rua.

Três casos distintos mas com o mesmo problema: desrespeito às leis de trânsito. Eu já fui perguntado porque raios eu espero o semáforo ficar verde (o de pedestre já que eu não dirijo – por opção, até tenho carteira) para então atravessar. Tudo bem, quando realmente não vem ninguém e dá na telha eu atravesso com ele vermelho. Era só eles terem sido pacientes que nada teria acontecido ou poderia acontecer. Veja, se você for esperar o semáforo ficar verde para atravessar você deve perder talvez uns dois minutos do seu tempo.

Agora pare e pense: quanto tempo você realmente irá se atrasar por míseros dois minutos? “Mas de dois em dois minutos isso vira uma hora!” – novidade para você que pensa dessa maneira: saia mais cedo de casa. Você realmente acha que os cinco minutos que você perderá no total por esperar no cruzamento vai fazer sua vida diferente?

Vivemos em um mundo corrido, aonde as pessoas julgam que quanto mais rápido as coisas forem feitas, melhores. Afinal, quanto mais rápido, mais é feito. Comemos em fast-foods, temos acesso aos nossos emails 24 horas por dia, 7 dias por semana. Praticamente corremos para sairmos do escritório e irmos almoçar (né Anthuan?), como se o mundo estivesse prestes a acabar.

E eu nem entro em detalhes sobre motoristas. Céus! Estes devem julgar a seguinte colocação para as cores do semáforo:

  • Verde: Acelera Ayrton!
  • Amarelo: Vai que dá! Vai que dá ainda!
  • Vermelho: Dá uma olhada rápida, se não vier ninguém senta o pé!

Sabe qual a melhor parte de tudo isso? Eu moro em Curitiba, que é a cidade grande com maior jeito de cidade pequena que já vi.

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Sobre bandas

julho 19th, 2008

Estava repassando meus CDs pro iTunes essa semana e revi alguns CDs que eu escutava em 1999-2002, ou algo próximo à isso e reencontrei meus CDs do KoRn, Limp Bizkit, Slipknot e Linkin Park. Rapaz, que nostalgia. Hoje eu escuto bem mais coisas, que variam desde Spock’s Beard, Dream Theater e The Mars Volta para Pink Floyd, Rush, Yes dentre outros várias, inclusive música clássica.

O legal de ouvir essas bandas que eu escutava naquela época é ver como era meu estilo de vida, como eu era, como eu me relacionava com as outras pessoas inclusive. Eu me aproximei (ui) mais do Alexandre por causa do KoRn; do Andrei por causa do Limp Bizkit — tá, RPG também foi um grande fator, mas não deixa de ser verdade. Eu falava com o Murilo bastante sobre isso também, e era divertido. Aí eu parei. Entre 2002-2004 eu tive uma recaída musical não citável.

Enquanto fazia a cópia dos CDs eu comecei a ouvir mais uma vez as músicas, e apesar das letras em geral serem idiotas, eu vi que aquelas música são muito boas de se ouvir. Eu não deveria ter renegado as minhas origens musicias por pura e simplesmente arrogância. Tá que eu não vou ouvir algumas coisas que eu achei legal porque simplesmente são ruins mesmo, mas não significa que eu não possa gostar de coisas que eu já gostei em uma época distante.


Creative Commons License photo credit: RedTxarli

Bandas me leva ao fato de como a maioria é um lixo em estúdio na verdade. Quer ouvir uma banda de verdade escuta ela ao vivo – seja por um álbum ou num show, vale a pena. Especialmente pelos erros! Eu adoro bandas que erram ao vivo, você vê eles se mexendo para corrigir a música, ou faz uma coisa nova e esse tipo de coisa, é absolutamente perfeito na imperfeição. Bandas que tocam ao vivo igual no estúdio, prefiro ouvir o álbum de estúdio.

Ou então aquelas que tem tanta correção de voz, instrumentos que chega a perder a graça. Veja The Mars Volta por exemplo, apesar deles serem excelentes, a voz do Omar Cedric no estúdio é completamente corrigida, enquanto ao vivo você percebe o quão esganiçada que ela. Eu acho legal ao vivo, gostaria até que fizessem isso nos álbuns de estúdio deles. Isso não vende disco no entanto.

O Dream Theater tem mania de corrigir vocais/riffs errados nos álbuns ao vivos. Filhos da puta. Erros são legais, ponto.

Ainda tem um show do Siam Shade que o vocalista começa a cantar a segunda parte da música e fica com cara de bunda quando o guitarrista tá cantando diferente, é sensacional! Por que tirar essas coisas?

Divagações, Interessante

Coisas que mudam

julho 11th, 2008

Ontem fiz algo que deve ter pelo menos uns 10 anos pra mais que não faço: Comprei software.

Espera. Hein? Paulo Ruthes comprou um software? Comprar um Mac eu aceito, mas comprar software? Que absurdo!

É, mais ou menos. Estava lendo este artigo do Leandro sobre alguns programar para Mac e ele falou do CoverSutra, que serve para você controlar o iTunes de maneira a não interferir com o que você está fazendo. Instalei, quer dizer, copiei o .app pro Applications e coloquei pra rodar (ele funciona por 10 dias sem registro). Caros, que coisa perfeita. Command+Shift+Espaço, digita a música, Enter e fim. Aí veio a dúvida se comprava ou não, afinal, são 15 euros! Comprei.

Minha lógica, assim por dizer, foi que eu gostei do software e achei que era um preço aceitável por algo que me deixava feliz. Claro, eu procurei primeiro soluções gratuitas (código-aberto ou não) mas nenhuma deu aquele “tchan” que o CS deu.

Meu problema foi a minha percepção de pagar por algo tão abstrato quanto software! É algo que eu realmente não conseguia aceitar, aliás, acho que ainda é complicado. A iluminação veio quando eu percebi que compro outras coisas “abstratas” como CDs e DVDs. Por mais que estes venham em embalagens, o conteúdo é áudio/vídeo. Nada além.

Talvez o único problema com os software[1] é que estes não tenham nada palpável para você entender como seu. Apenas uma licença de uso.

Mas fica a pergunta: estaria eu sucumbindo de vez ao mundo capitalista de software? Será isso um efeito da Maçã Branca do Poder? Oh Discórdia!

[1] software/hardware não tem plural seu jacu que pensou que eu errei!

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