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Archive for the ‘Trabalho’ Category

Coisas da vida

agosto 15th, 2009

Mais uma vez passo por situações interessantíssimas na minha vida. A começar pelo fato que todo o meu trabalho que há menos de 1 mês era de fato a coisa mais intragante que poderia acontecer comigo tornou-se, de maneira repentina, uma coisa sensacional de se fazer. Ainda não é meu tesão de fazer mas está melhorando.

No quesito “tesão de fazer” eu escrevi 2 pequenos plugins pro lg.net essa semana e eu percebi o quanto eu gosto de programar, mesmo que sejam pequenas coisas sem utilidade fixa ou bobeiras que de lógica seja tão simples que um calouro em ciência da computação conseguiria fazer. Ainda assim, escrever estes programinhas me deu um prazer inestimável. Acho que continuarei a escrever pequenos programas – talvez pro iPhone, basta eu criar vergonha na cara e programar na SDK e se for o caso liberar no Cydia ou whatever pra fazer.

Mas o melhor de tudo, a careja do bolo é o fato que meu Team Leader deixou eu fazer uma apresentação que há uns meses eu queria fazer: How to survive a zombie uprising! Senhores (e senhoras acredito eu), foi a apresentação mais divertida que eu fiz nos últimos 2 anos de empresa (A do MagicShell/AmazingShell foi boa também!) e eu acredito que a funcionária nossa que trabalha na Bélgica gostou. Ela riu muito. Claro, ela ri por qualquer coisa mas enfim…

E tive uma idéia interessante pra algo, só que como eu sou vadio deixei de lado já.

Update: Ah sim, e tentaram me enganar no Mercado Livre. Tinha um anúncio de um celular a venda e uma pessoa com 0 pontos comprou. Quando mandei um email questionando sobre a forma de pagamento avisou-me que iria pagarvia Mercado Pago. Depois me manda um email de mercad.livre@ig.com.br como se fosse uma notificação do Mercado Pago em si.

Ah… pessoas.


Bobagens, Divagações, Trabalho, Vida

É sempre quase a mesma coisa, não?

dezembro 23rd, 2008

Lá está você esperando que sua comida seja anunciada naquele display com números vermelhos em um fundo preto, LEDs se assim te agrada. Apenas esperando. Pessoas passam pra lá e pra cá, cada uma com seus pensamentos próprios de decidir o que irão comer ou simplesmente indo embora.

A eternidade do momento entre você pagar a comida e ser chamado para retirar parece beirar os inacreditáveis 500 anos que levaram pra encontrar o Brasil e virar o milênio. Você lembra do que você pediu e começa a ver no cardápio acima de você se as outras possibilidades não eram mais interessantes. Será que não eram mesmo? Eu pedi suco ou refrigerante? Quanto que deu no total mesmo?

A senha

Coincidência?

Passa uma pessoa conhecida que te cumprimenta. Você cumprimenta a pessoa e torce para que ela não sente com você, afinal de contas, se você quisesse companhia no dia de hoje você teria chamado alguém certo? Ela senta. Ela começa a falar da vida dela. Desanda a falar da vida dela. Meu Deus como a vida dele é chata. Espera. A vida dela é mais chata que a minha e … Ei! Pulou meu número!

Seu intruso – amigo era antes dele atrapalhar seu descanso milagroso do meio-dia – percebe isso e solta aquela pérola que eles dão números aleatórios para não gerar apreensão. Como se isso ajudasse em alguma coisa. A não ser que o programa de números aleatórios deles seja baseado em uma sequência de números há algo estranho nos números “aleatórios” 1, 2, 3, 4, 5 (o seu), 6, 7, 8 … Deus eles chamaram o 8 agora!

Pulgas? Hein? Do que que este animal tá falando agora? Aham. Concorde. Quem sabe ele vai embora. Não. Ele fica. 5! Aleluia! Você acha que agora vai! Seu suco está errado. Deixa pra lá, pode ser açaí com clorofila. Volta pra mesa, o desgraçado continua lá. E agora ele tem comida também. Vai ser um longo almoço.

Bobagens, Divagações, Trabalho, Vida ,

O que eles fazem?

agosto 31st, 2008

Estou em busca de um apartamento e para minha digníssima morarmos em breve. Como todo bom pertencente ao partido da prole da sociedade humana minha faixa de compra é relativamente baixa. Não tanto quanto um miserável, mas ainda assim, baixa. Terei de pegar reservas e mais financiamento e ainda assim vai ser uma dor na alma, porque eu não poderei comprar um carro (não que eu dirija, mas a Elle sim) então eu preciso buscar um local com acesso fácil de ônibus e também próximo de um mercado pelo menos.

Traduzindo, ou eu compro um apartamento e ando a pé ou eu compro um carro e moro de aluguel por um tempo. Culpa do mercado imobiliário de Curitiba que acha que é Deus e disparou (e continua disparado) nos últimos anos de preço. A tendência é piorar. É, se tá ruim pra mim imagine pros coitados que nem essa opção tem.

O que eu me questiono no entanto é os anúncios que tem de apartamentos/casas/condomínios na faixa de 2 Milhões de Reais! Sério, o que os caras que comprar um imóvel por esse preço fazem? Obviamente eu estou fazendo errado se não tenho nem 10% desse valor pra comprar um imóvel?

Bobagens, Divagações, Trabalho, Vida

Ainda sobre banalização

maio 29th, 2008

Segue a discussão que tive com o Anthuan sobre o post anterior. Se não for fácil ver o meu ponto de vista aí eu deixo a cargo do leitor vir discutir comigo.

PS: Só pra avisar, você pode clicar na imagem e ver o tamanho original.

Divagações, Interessante, Trabalho

Saídas e saídas

março 27th, 2008

Eu realmente não ligo para quem fuma. Sério. Quer se matar o problema é seu e de ninguém mais. Meu único problema são aquelas que não percebem que nem todos no mundo fumam que nem ele/a. Tem dois lugares que eu tenho vontade de me enforcar toda vez que preciso passar: A saída do prédio aonde eu trabalho e a praça Rui Barbosa aqui em Curitiba.

No caso do prédio é porque parece que a maioria dos fumantes do meu prédio vai morrer (ô ironia) se não descer pra fumar a cada uma hora. Problema deles mais uma vez, exceto que eles fumam na saída do prédio. Ou seja, eu vou sair pro almoço ou voltar do almoço lá está a **Cortina de Fumaça** para me receber de maneira amistosa.

Quanto à praça o buraco é mais embaixo, porque além da fumaça ainda tem os outros odores da Rui Barbosa que constroem um cheiro indescritível em palavras. O suficiente pra ser o único motivo pelo qual eu detesto pegar ônibus em Curitiba.

Em ambos os casos no entanto o mal é o mesmo: Ambientes abertos. Parece que esse é o mantra dos fumantes quando você pede, educadamente, que as pessoas se desloquem para um local mais afastado de você. “Aqui é ar livre cara, você que vá pra outro lugar!”, “Incomodados que se retirem”, “Estou no meu direito!” e por aí vai.

Honestamente? Deviam proibir o fumo em vias públicas e em locais fechados. Aliás, que permitam apenas no seu próprio território ou com autorização do dono.

Divagações, Trabalho

Policarpo Quaresma?

março 10th, 2008

Hoje no trabalho tivemos a brilhante idéia de que durante todo o dia não poderíamos utilizar palavras em inglês em uma possível citação ao Chavito. Seja qual foi a origem isso gerou termos interessantes como rato, ecrã, ferramental, telemóvel e o melhor de todos — que eles não aceitaram — que é o logiciel.

Você conhece alguma outra palavra em inglês que em português é tão bizarra que dá vergonha de falar?

Bobagens, Trabalho

Os 8 mandamentos do banheiro masculino

fevereiro 27th, 2008

Ontem tive a nítida certeza que o banheiro masculino é um dos locais mais sagrados do universo – depois do Estádio Olímpico é claro – e algumas regras estão implícitas no cotidiano.

1. Não olharás o bilau do próximo
Esta é claro é mais comum de todas e até mesmo as mulheres devem conhecer pelo simples fato que isso é senso-comum. Assim como muito provavelmente você não queira ver o bilau do seu vizinho mictoriano ele muito provavelmente também não quer que você veja o bilau dele. Basicamente o que você pode fazer no mictório é olhar fixamente para a frente ou para cima. Um extra-point desta regra é que puxar conversa neste momento é um tanto quanto idiota. Aliás, isso gera uma regra mais além.

2. Antes só do que mal acompanhado
Isso é mais uma recomendação do que de fato uma regra. Evite, sempre que possível, ir ao mesmo banheiro com uma pessoa conhecida. Mais para salvar possíveis constrangimentos futuros. Todo mundo mija? Sim. Todo mundo caga? Sim. Mas para que ficar gerando situações desgradáveis.

3. Respeitar o próximo
Se no momento que você sair do vaso do #2 – independentemente se você fez #1 ou #2 – e dar de cara com um amigo e/ou colega da mesma equipe de trabalho evite ao máximo conversar, mas caso isso aconteça, seja curto e breve e fale sobre coisas como futebol ou aquela gostosa que passou pelas suas mesas. Tanto ele quanto você sabem dos barulhos que vocês fizeram mas jamais trocarão confissões sobre isso.

4. Respeitar os próximos
Dê a descarga e não mije na tampa. Nem todo mundo nasceu em um chiqueiro feito você.

5. Não chamarás nomes em vão
Dentro do banheiro a anonimidade é algo que vale ouro. Ou você quer que seu chefe saiba que você que soltou aquele urubu logo depois do almoço que todo mundo do andar teve de aguentar o odor pelo resto do dia? Se a conversa for realmente necessária evite citar nomes, posições de trabalho ou qualquer outro tipo de informação identificável. Se puder faça uma voz rouca e dê umas tossidas para disfarçar.

6. Silêncio é uma arte
Sabe aquele momento que você finalmente ficou sozinho no banheiro todo e a concentração vem e você vai finalmente conseguir usar o mictório porque algum porco do mandamento #4 entupiu o vaso e entra uma dupla de marmanjos falando como se fossem virgens do segundo grau? Poisé, ninguém gosta. Então não fale no banheiro.

7. Não adorarás falsos ídolos
Se você conseguiu a proeza de fazer uma obra de arte ao liberar pedaços de seu corpo num #2 evite fazer comentários do nível “Caralho que grande!” ou “Porra que foda!”. Todos temos o direito de adorar o que quisermos – mesmo que sejam uma, literal, bosta – mas não precisamos demonstrar isso para os outros (vide mandamento #5).

8. Preservarás a natureza
Só porque você liberou 10kg de seu peso não significa que você precisa do equivalente em papel para se limpar. Pense no mandamento #4.

Sem brincadeira, a maioria das coisas que eu pensei para fazer esses 8 mandamentos são experiências próprias dentro de banheiros nos meus 23 anos de vida. Ouvir alguém falar que colocou quase a Torre Eiffel no vaso não é nada agradável.

PS: Estou com um tema diferente mas ainda não tive tempo de alterar pedaços aqui e acolá dele. E também não esqueci da parte 2 da minha volta para Curitiba.

Bobagens, Divagações, Interessante, Trabalho