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Archive for the ‘Vida’ Category

Coisas da vida

agosto 15th, 2009

Mais uma vez passo por situações interessantíssimas na minha vida. A começar pelo fato que todo o meu trabalho que há menos de 1 mês era de fato a coisa mais intragante que poderia acontecer comigo tornou-se, de maneira repentina, uma coisa sensacional de se fazer. Ainda não é meu tesão de fazer mas está melhorando.

No quesito “tesão de fazer” eu escrevi 2 pequenos plugins pro lg.net essa semana e eu percebi o quanto eu gosto de programar, mesmo que sejam pequenas coisas sem utilidade fixa ou bobeiras que de lógica seja tão simples que um calouro em ciência da computação conseguiria fazer. Ainda assim, escrever estes programinhas me deu um prazer inestimável. Acho que continuarei a escrever pequenos programas – talvez pro iPhone, basta eu criar vergonha na cara e programar na SDK e se for o caso liberar no Cydia ou whatever pra fazer.

Mas o melhor de tudo, a careja do bolo é o fato que meu Team Leader deixou eu fazer uma apresentação que há uns meses eu queria fazer: How to survive a zombie uprising! Senhores (e senhoras acredito eu), foi a apresentação mais divertida que eu fiz nos últimos 2 anos de empresa (A do MagicShell/AmazingShell foi boa também!) e eu acredito que a funcionária nossa que trabalha na Bélgica gostou. Ela riu muito. Claro, ela ri por qualquer coisa mas enfim…

E tive uma idéia interessante pra algo, só que como eu sou vadio deixei de lado já.

Update: Ah sim, e tentaram me enganar no Mercado Livre. Tinha um anúncio de um celular a venda e uma pessoa com 0 pontos comprou. Quando mandei um email questionando sobre a forma de pagamento avisou-me que iria pagarvia Mercado Pago. Depois me manda um email de mercad.livre@ig.com.br como se fosse uma notificação do Mercado Pago em si.

Ah… pessoas.


Bobagens, Divagações, Trabalho, Vida

Quem dera…

abril 19th, 2009

Quem dera eu pudesse escrever aqui com mais frequência mas ultimamente eu ando sem inspiração alguma para escrever. Não eu não pretendo fechar o stoploudness tampouco desistir de escrever de uma maneira em geral. Eu ainda acho que tenho bastante para compartilhar (lol) com o mundo dos meus pensamentos e divagações acerca da sociedade.

Aliás, eu vi que tem um rascunho de 30/março ainda sobre um assunto que talvez valha a pena elaborar… Quem sabe amanhã já que eu tenho de trabalhar :(


Bobagens, Interessante, Vida

Saudades do interior… NOT.

fevereiro 11th, 2009

Ontem fiz uma visita à Rio Negro, Paraná. Pra quem não sabe é uma cidadezinha na divisa com Santa Catarina, aonde ela se chama Mafra. A cidade tem miseráveis 30.000 habitantes e 138 anos desde sua fundação. Se for pra comparar com Francisco Beltrão que tem inacreditáveis 57 anos de história mas 75.000 habitantes dá pra entender porque eu já considerei a cidade um ovo.

A empreitada foi coordenada pelo meu pai que queria ir até lá para conseguir mais alguns documentos no cartório sobre nossos antepassados Ruthes (Ruthz, Rutez, Roths, Roth) e considerou que seria mais fácil de convencer algumas pessoas indo pessoalmente. Também porque provavelmente a gente teria de vasculhar documentos antigos da igreja em busca de batismos e casamentos. Só que a gente saiu tarde demais de Curitiba então chegamos em Rio Negro por volta das 11h da manhã.

Se você já morou em cidade do interior sabe o que acontece por volta desse horário, senão eu ensino. O comércio fecha. Pro almoço. Até as padarias. Sério. Tudo bem vai.

O cartório… Aliás, você já reparou que eu me refiro por “a igreja”, “o cartório”? Poisé. Só tem um de cada. Se tem mais alguma igreja deve ser apenas uma casinha sem padre porque igreja mesmo só a matriz. Durante todo o período que eu estava lá eu não vi (e obviamente não passei) por nenhum semáforo! Nem em Castro era tão decadente assim.

Pra matar tempo a gente foi até a prefeitura da cidade que fica no alto de um morro completamente isolado da cidade. Pelo tipo do prédio eu imagino que tenha sido um internato ou algo do gênero. A parte legal é que tem um museu no prédio que é inexistente. Eu não encontrei. Encontrei só umas esculturas em palha de presépios e da Paixão de Cristo – não a do Mel Gibson.

Lá eu descobri a profissão mais chata da humanidade, que ganha até daquela menina que vende mármore ali no Shopping Crystal. A mulher que trabalha na loja de artesanato da prefeitura. Sem brincadeira, a mulher fica num prédio fora da prefeitura que já é deserta. Se ela vê 10 pessoas por semana deve ser muito.

Aí quando eu paro e penso nas comodidades que eu tenho na cidade grande, mesmo não usando, eu lembro o quanto eu sou grato por não morar no interior mais. Claro, sair andando e em 20 minutos atravessar toda a parte importante da cidade é legal, assim como não ter restaurante pra ir almoçar. Todo mundo vai pra casa mesmo.

Só pra deixar claro, o cartório reabriu às 13h e a igreja às 14h. No cartório não conseguimos nada mas na igreja achamos os casamentos e batismos de quem faltava. Yay pros Ruthes I guess

Bobagens, Divagações, Vida , , , , ,

É sempre quase a mesma coisa, não?

dezembro 23rd, 2008

Lá está você esperando que sua comida seja anunciada naquele display com números vermelhos em um fundo preto, LEDs se assim te agrada. Apenas esperando. Pessoas passam pra lá e pra cá, cada uma com seus pensamentos próprios de decidir o que irão comer ou simplesmente indo embora.

A eternidade do momento entre você pagar a comida e ser chamado para retirar parece beirar os inacreditáveis 500 anos que levaram pra encontrar o Brasil e virar o milênio. Você lembra do que você pediu e começa a ver no cardápio acima de você se as outras possibilidades não eram mais interessantes. Será que não eram mesmo? Eu pedi suco ou refrigerante? Quanto que deu no total mesmo?

A senha

Coincidência?

Passa uma pessoa conhecida que te cumprimenta. Você cumprimenta a pessoa e torce para que ela não sente com você, afinal de contas, se você quisesse companhia no dia de hoje você teria chamado alguém certo? Ela senta. Ela começa a falar da vida dela. Desanda a falar da vida dela. Meu Deus como a vida dele é chata. Espera. A vida dela é mais chata que a minha e … Ei! Pulou meu número!

Seu intruso – amigo era antes dele atrapalhar seu descanso milagroso do meio-dia – percebe isso e solta aquela pérola que eles dão números aleatórios para não gerar apreensão. Como se isso ajudasse em alguma coisa. A não ser que o programa de números aleatórios deles seja baseado em uma sequência de números há algo estranho nos números “aleatórios” 1, 2, 3, 4, 5 (o seu), 6, 7, 8 … Deus eles chamaram o 8 agora!

Pulgas? Hein? Do que que este animal tá falando agora? Aham. Concorde. Quem sabe ele vai embora. Não. Ele fica. 5! Aleluia! Você acha que agora vai! Seu suco está errado. Deixa pra lá, pode ser açaí com clorofila. Volta pra mesa, o desgraçado continua lá. E agora ele tem comida também. Vai ser um longo almoço.

Bobagens, Divagações, Trabalho, Vida ,

Eu deveria ir com calma, certo?

novembro 29th, 2008

Eu tenho um grande problema com hobbies: eu me empolgo demais com eles. Isto é um fato que a Elle e a Hoti podem escrever embaixo e concordar plenamente comigo. Claro, melhor isso do que eu ser viciado em qualquer droga, tipo axé ou sertanejo.

Meu problema começa que quando eu gosto de alguma coisa eu realmente entro de cabeça nisso e quero me dedicar a fundo nisso. “Latinismos” a parte, eu sou foda. Ponto. Se eu quero fazer algo bem-feito eu faço e é isso. Infelizmente, eu sou preguiçoso demais para diversas coisas e por isso eu não faço tantas coisas legais quanto eu gostaria. Atualmente a lista de coisas às quais eu me dedico ou dou atenção são:

  • Séries de TV
  • Séries de Anime
  • Livros – sempre!
  • Música
  • Mangás
  • Jogar PSP
  • Montar kits de Gundams, a.k.a., Gunpla

É justamente no último que a coisa começou a pegar pesado. Não que o hobby seja um absurdo de caro, longe disso, ele é relativamente aceitável. Só que eu vou muito a fundo e gostaria de fazer várias coisas como pintar as partes, passar uma camada de topcoat e por aí vai.

Eu comecei a deixar de dar atenção a outras coisas e pessoas, e isso não é bom. Eu nunca faço por mal, juro! Mas como eu disse, eu quando gosto de algo me empolgo demais e acabo perdendo a noção de como eu estou agindo e interagindo com os outros.

Eu sei, texto um tanto quanto “vitimizado” mas entendam: Eu sou tão foda quanto Deus mas também tenho meus defeitos.

PS: Bitch, puh-lease!

Divagações, Vida , ,

Allegro ma non troppo

outubro 29th, 2008

Faz pouco mais de seis meses que me interessei por música erudita a ponto de ter algumas composições em CD, devidamente ripadas no laptop para apreciação no conforto da mesa ou no super-ônibus curitibano. Se for analisar minha evolução musical, é um tanto quanto interessante que tenha chegado neste ponto levando em conta que o primeiro estilu estilo musical que eu gostei na minha vida foi Nu Metal.

A bem da verdade é que eu compreendo de nada para coisa alguma sobre as construções, movimentos, tons, notas e tudo mais que é relacionado à música erudita. Eu gosto de ouvir, pura e simplesmente, a obra inteira em execução. Eu me emociono toda vez que escuto Eroica, e não é porque eu entendo todas as nuances utilizadas na execução/composição. Acredito que é justamente porque eu não entendo que talvez eu aprecie mais ainda uma execução destas.

Quando eu vejo como fui parar para ouvir este estilo de música (veja que eu nem classifico em sub-gêneros como Barroco, Renascença, Romantismo etc) eu me divirto. Um dia, parado dentro da Saraiva depois do almoço, olhando pra lá e pra cá nos CDs e Livros – como sempre – eu parei na seção de música erudita, olhei uma coletânea de 6 CDs de Vivaldi por “miseráveis” R$39,90. Vi que tinha As Quatro Estações e pensei que seria uma boa idéia levá-lo.

Meu primeiro erro foi no momento que eu pensei em ripar para o laptop e percebi que era (ainda é) um esforço descomunal para corrigir os metadados de cada música, movimento e tudo mais. Enquanto eu escrevia este texto eu percebi também que eu coloquei as notas musicais na escala C, D, E, F, G, A, B (C) enquanto escrevi o resto em português, sendo que no Brasil nós utilizamos a escala Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá, Si (Dó). Como já disse, eu não entendo muito da parte teórica então talvez eu esteja enganado mas não acho que faça muita diferença (só fazer uma conversão).

Meu segundo erro foi insistir em escutar enquanto me concentro em outras coisas. Isso é possível (apesar de errado também) quando a música é mais simples, sem um trabalho grande por trás e principalmente, quando tem menos de 5 minutos no total. Quando eu vi que não conseguia entender a música enquanto estava fazendo outras coisas foi que eu percebi que eu devia era sentar no meu quarto e, de fato, apreciar a música como um todo.

Meu terceiro, e até então último erro, foi achar que mesmo execuções de maestros e orquestras diferentes de uma mesma peça não teriam diferenças grandes demais para serem notadas. Eu percebi isso claramente quando escutei a Coral em duas execuções diferentes e fica evidente a diferença de interpretação das pessoas para uma mesma composição. Tá, não é tãããão diferente assim, mas perceptível mesmo para um leigo como eu.

Mas o que mais me surpreendeu foi que eu achava que este tipo de apresentação custava um dos olhos da cara e mais um pedaço do fígado (regenera né?) para poder assistir. Vi que há apresentações aqui em Curitiba mesmo que não passam dos R$20,00. Duvido que se viesse uma daquelas filarmônicas ultra-mega-famosas custaria o mesmo preço mas provavelmente seria mais aceitável que os “míseros” R$600,00 para ver o BB King.

Quando eu parei e pensei sobre este texto, e como eu me divirto em escutar música, eu percebi que eu realmente não tenho afinidade para executar isto, que meu propósito nisso tudo é apreciar. Não é preguiça e nem medo de falhar. Apenas o fato que eu sei que eu aprecio melhor do que executar, em especial porque eu não estou me prendendo aos conceitos teóricos e práticos da música erudita. Estou apenas apreciando.

Interessante, Vida

Ah, o tempo

outubro 20th, 2008

O tempo tudo cura.” dizia uma amiga minha quando eu estava no segundo grau ensino médio e eu era apaixonado por uma amiga em comum nossa que, obviamente, não gostava de mim. Na época eu achava besteira e que isso nunca passaria, que a dor ficaria para sempre e que eu sempre amaria ela e que a Inglaterra prevaleceria.

Hoje, vindo trabalhar, me peguei pensando sobre essa pessoa e percebi que de fato eu havia esquecido de tudo relacionado à ela. Eu sinto uma saudade daquele tempo, não por ela, mas pela situação. Era uma coisa divertida eu confesso. Mas pensar nisso fez eu pensar (…) sobre como as coisas poderiam ser caso tudo tivesse dado certo com ela. Pior: eu não consegui imaginar. Foi algo que não processou no meu cérebro, que nem imaginar seus pais fazendo sexo. Não vai.

Mas não é porque eu sou meloso e vou desfazer-me em palavras sobre minha digníssima futura esposa que irei fazê-lo. É porque foi realmente curioso eu perceber que aquela pessoa que há menos de 10 anos atrás eu caía de amores, hoje, não passa de uma vaga lembrança da qual eu não me arrependo mas não desejo mais.

Se era amor ou “amor de adolescente” eu não sei dizer, mas no fim, o que minha amiga falou sobre o tempo era verdade. O tempo tudo cura e tudo resolve.

Bobagens, Divagações, Vida

Coisas que fazem você perder a moral com seus amigos

setembro 21st, 2008

Este texto ficou estranho agora que reli. Leia por sua conta e risco. Eu achei um lixo.

Ultimamente eu reparei que eu faço algumas coisas que se a pessoa não é meu amigo/a de certo tempo ele pode desconfiar sobre vários aspectos da minha pessoa. Resolvi listá-los para o caso de alguém mais que tenha medo de fazer certas coisas frente à seus amigos porque acha que perderá um pouco de moral.

Apertar a bunda dos seus amigos

Nada pode descrever melhor isso do que um apertão na bunda do seu amigo. Espere socos, xingos e pior, retribuição na mesma moeda. No aniversário do Anthuan sexta eu apertei a bunda dele umas 5 vezes eu acho. Paciência.

Mandar mensagens (SMS/MMS) do banheiro para eles

Normalmente você ou colocará uma foto bizarra ou descreverá o que você faz. Acredite, isso vai fazer você perder pontos de moral com eles.

Beber um copo de cerveja e dizer que ama seu amigo do mesmo sexo

Uhhh, isso é o ápice da perda de moral. Você nem está bêbado de verdade ainda e já começa com essas atitudes que você, como macho de respeito que diz ser, não faz jamais. O problema é quando seu amigo diz que também te ama e você percebe que ele não tomou nada além de refrigerante.

Fazer piadas de “A sua mãe…”

Se o seu amigo reclama da sua barba, você como bom filho duma puta responde de bate-pronto “A sua mãe não reclamou ontem na nuca!”. Acredite, alguns vão achar engraçado piadas com suas mães, mas a maioria vai retribuir na mesma moeda ou te dar um belo dum soco.

Não chamá-los para fazer qualquer que seja o evento que você planejou

Ninguém gosta de ser esquecido. Nem que ele te diga que você é um viado e não vai, ele vai se sentir bem. Não chame e perca pontos.

Bobagens, Divagações, Vida

Eleições 2008

setembro 8th, 2008

Depois de meu pequeno “desabafo” sobre a pequena falha de conteúdo sobre as Eleições 2008 na blogbugabuga, e a a colaboração do Santaum, sigo com o que eu planejava escrever desde o começo.

Nós brasileiros temos o costume de reclamar, e muito, de nossos governantes. Talvez porque nos sentimos degraçadamente traídos por todos os que nos governam e decidem o nosso destino nesta República das Bananas. Tá que dizer que isso é um mal dos brasileiros apenas é ignorância mas é importante salientar que eu vivo aqui e portanto conheço mais da realidade tupiniquim.

Claro, todos falam e continuam a falar sobre a culpa dos próprios cidadãos na escolha de seus eleitos e que a gente devia votar com consciência e etc. Porque o problema também é jogado nos eleitores que não sabem escolher os políticos com a devida consciência.

Isso é mais batido que Chevette ano 87

Red Chevette-13062007-05969

Creative Commons License photo credit: Ze Alfredo

Até parece que é falta de consciência. O que falta na população é conhecimento! Consciência todo mundo tem, ou você acha que a pessoa que vota num candidato que promete maravilhas para o seu bairro não tem consciência de que aquilo é o melhor pra vida dele? Você espera, realmente, que uma pessoa que mora no bairro mais pobre da cidade não vá votar no candidato que diz que vai construir escolas, creches, unidades de saúde e asfaltar as ruas do bairro dele?

Ninguém ensina ao povo como compreender o que um político está falando, o que é demagogia, o que é possível e impossível de se fazer em uma administração pública. Céus! Eu estudei em colégios particulares toda minha vida (com exceção da Universidade) e não lembro nunca de algum professor meu ter ensinado o que é uma república, democracia, paralamentarismo e tudo o mais. Imagine no nosso falido sistema público de ensino?

Quisera eu ser um exemplo de civismo e conhecimento mas eu tento fazer minha parte. Não sei divagar por palavras e palavras sem fim também, sou direto e é isso que importa.

Por isso eu digo que nestas eleições não vote com consciência. Vote com conhecimento e se for possível, divulgue conhecimento.

Civismo, Divagações, Vida

O que eles fazem?

agosto 31st, 2008

Estou em busca de um apartamento e para minha digníssima morarmos em breve. Como todo bom pertencente ao partido da prole da sociedade humana minha faixa de compra é relativamente baixa. Não tanto quanto um miserável, mas ainda assim, baixa. Terei de pegar reservas e mais financiamento e ainda assim vai ser uma dor na alma, porque eu não poderei comprar um carro (não que eu dirija, mas a Elle sim) então eu preciso buscar um local com acesso fácil de ônibus e também próximo de um mercado pelo menos.

Traduzindo, ou eu compro um apartamento e ando a pé ou eu compro um carro e moro de aluguel por um tempo. Culpa do mercado imobiliário de Curitiba que acha que é Deus e disparou (e continua disparado) nos últimos anos de preço. A tendência é piorar. É, se tá ruim pra mim imagine pros coitados que nem essa opção tem.

O que eu me questiono no entanto é os anúncios que tem de apartamentos/casas/condomínios na faixa de 2 Milhões de Reais! Sério, o que os caras que comprar um imóvel por esse preço fazem? Obviamente eu estou fazendo errado se não tenho nem 10% desse valor pra comprar um imóvel?

Bobagens, Divagações, Trabalho, Vida