Você, caro amigo macho, além de respeitar sua posição deve zelar por sua imagem. Por isso segue aqui uma pequena lista de bebidas que você jamais deve tomar!
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Voltei dos EUA semana passada - sim eu levei uma semana para resolver entrar aqui e escrever algo - e foi definitivamente uma viagem bem-sucedida: Eu voltei vivo!
Seja como for, comecemos do início para ser direto. A viagem de ida começou saindo de Curitiba e indo pra São Paulo (Guarulhos) e esperar a saída do vôo internacional de São Paulo até Houston. Detalhe básico: Cheguei em São Paulo às 17:50 e meu vôo só saía às 23:30. Jóinha hein? Bom, na chegada eu não tinha a menor idéia de onde estava e pra onde eu deveria ir, então liguei pra agência de viagens para eles virem nos ajudar (eu estava viajando com outra pessoa) e eles nos levaram até a Polícia Federal para declarar os bens que iriam sair comigo (2 laptops e uma câmera digital). Acontece que se for Made in Brazil não precisa declarar, ou seja, os laptops nem entraram na declaração. A câmera entrou porque tinha mais de 7 megapixel e era Made in China - alguém tinha dúvidas?
A gente ficou umas 2 horas parado na frente de nada quando de repente o troço virou o check-in da Continental. Fizemos o check-in e fomos para a sala VIP da AirFrance (go figure) que tinha vários quitutes e internet. Deu o horário do vôo e fomos para o portão aonde eu tive de tirar os dois laptops da mala e passar no raio-x. A gente embarcou primeiro - primeira classe executiva é outros 500 (Outros US$7000 na verdade)! Já tava bebendo quando começou a entrar a classe econômica. O vôo nem foi nada demais não viu… Só o jantar que não me fez bem e eu caguei a madrugada inteira \o/
Chegamos em Houston era 5:30 da manhã lá (09:30 aqui) e depois de andar muito tempo chegamos na imigração. Saquei meu passaporte e fui falar com o agente. Sonolento, cansado e ouvindo em uma língua diferente da minha natal não foi surpresa eu não ter entendido o que o cidadão me perguntou de primeira. Assim como não foi surpresa ele achar que no Brasil a gente fala espanhol e começar a falar em espanhol comigo. A vontade de mandar ele pra casa do caralho foi grande, mas daí ele me mandava pra casa, no Brasil. Tirando isso o cara até foi gente boa, as perguntas bem tranquilas e em 5 minutos eu já estava autorizado a entrar na terra onde a comida pula na sua boca (HA!).
Depois disso foi mais uma espera porque o vôo de Houston para Baton Rouge (é, eu também nunca tinha ouvido falar) só saía às 8:30. Pra esse vôo o meu líder de equipe que já estava nos EUA veio pra ir com a gente. Esse vôo foi bem tranquilo e num avião fabricado pela Embraer! O que gerou o fato de um Zé Graça americano ver meu passaporte brasileiro e me contar a super novidade de que aquele avião era fabricado no Brasil. O cara tinha o mesmo conhecimento do Brasil que uma minhoca. E isso que tem casa em alguma praia qualquer. Viado.
Em Baton Rouge fomos direto pro hotel fazer check-in e tudo mais. Almoçamos no hotel mesmo que tinha um buffet livre por US$19.00 que tinha uns camarôes grandes deliciosos. Ho-ho-ho! Comida maldita desse país. À tarde nós fomos conhecer o tal USS Kidd que é um navio de guerra reformado. Curiosidade: Esse foi o único passei que não envolveu compras que eu fiz em todas as minhas 3 semanas pelo simples fato que lá não tem praticamente porra nenhuma pra se fazer. Depois eu coloco umas fotos dele no flickr.
Nem vou falar sobre trabalho porque não tem a mínima graça, isso é, sobre os dias de semana só vou falar sobre comida e compras, hahaha. No domingo mesmo a gente foi na Best Buy e eu fiquei me sentindo um cocôzão por não poder comprar tudo que eu queria lá. Só não fiquei mais triste porque não tinha dinheiro mesmo então era um bom motivo.
Calma, a parte 2 vem amanhã :D
Estou aqui eu na sala VIP da Continental Airlines (na verdade, da Air France…) no aeroporto de Guarulhos.
É só isso. Whohoooooo!
Essa semana eu fui pra São Paulo pra tratar do meu visto pro Tio Sam — ele tava doente, ha ha… Prosseguindo, eu gastei a manhã de quarta-feira toda no consulado mas enfim, consegui o visto. O mais interessante são as outras coisas:
A chegada em São Paulo
Eu gosto de chegar em São Paulo por dois motivos: (1) você olha pela janela do avião e só vê cidade pra tudo quanto é lado e (2) a viagem estúpida que você gasta mais tempo decolando e aterrisando do que “em voô” acabou. O mais legal foi que dessa vez eu desci no meio da pista e o ônibus nos levou até o saguão XD Sensacional é só o que posso dizer…
E no Shopping Morumbi…
Eu vi que tinha um Starbucks na Saraiva de lá então depois de andar feito um condeanado com aquela mochila que devia pesar uns 100kg nas costas e passar por vários restaurentes e quase desistindo achei a maldita praça de alimentação aonde eu comi uma massa bacanosa lá. Bom, voltei no Starbucks para então tomar um café qualquer cheio de viadagem só pra ser legal XD Primeiro que os caras tem três tamanhos de copo: Tall, Grande e Venti, ou como eu acho que seja melhor para determinar, Pequeno, Médio e Grande. Na espera de chamarem meu nome chamaram um nome que só consegui identificar como Marie e veio então um grupo de gente… Umas 5 pessoas, todas indies! Sério, eu ria por dentro, aliás, acho que ri um pouco também, lol. Uma usava um sobretudo xadrez, uma sexy bacon usava um chapéu do Chaves e tinham outros zé-ruelas que devem andar com suas vespas brancas se achando OS FODAS®! Hilário, bando de tetudos mesmo XD
A saída de SP
Essa é rápida mas foi o suficiente pra eu me sentir realizado antes de ir embora. Chegando no aeroporto de Congonhas, em frente ao prédio da VASP eu vejo um mendigo levantar do chão todo maltrapilho e sujo, pegar um celular e fazer sabe-Deus-o-que. Exato, um celular!
Ô cidadezinha evoluída, uai!
Tava lendo aqui e fiquei pensando sobre como isso sim que é ser fanboy de alguma coisa. Porra! Criar um Bender deste tamanho apenas por hobby é muito fanboyismo. Honestamente eu gostaria de ter paciência para fazer algo assim também.
Enquanto não crio essa paciência eu continuo saindo de noite e comprando cervejas altamente overpriced! Tinha uma tal cerveja Deus que custava R$199,00. Quando a Elle perguntou porque desse preço o cara falou que é porque ela passa pelo mesmo processo de champanhe (seja lá se é assim que escreve). Curioso não?
Dando uma pausa nos meus momentos de trabalho hoje lembrei de procurar sobre algo que eu sempre quis saber como andava que era o uso do verbo “to google” e ver em que situação andava legalmente falando. Bom, eu já ouvi pessoas aqui no Brasil falarem googlar — ou até guglar — e honestamente, soa tão horrível quanto blogar. Seja como for, apesar de ser notícia velha, em 2006 o verbo “to google” foi adicionado à dois dicionários e daí eu fiquei pensando em quanto tempo será que levou pro xerox entrar na boca do povo? Ninguém fotocopia, todo mundo xeroca. Ou melhor ainda, segundo o Michaelis você pode xerocar, xerocopiar e xeroxar.
Sério, xeroxar é o ápice da humanidade…
Mais uma vez vou tentar criar um blog, mas dessa vez vou me esforçar pra mantê-lo usando algo além de reclamar da minha vida e tentar achar outras coisas pra comentar sobre. Vamos ver no que dá dessa vez. Ah sim, o nome do domínio é apenas algo pra você ler e guardar e nada além disso :)
