Ah o amor… Quem nunca teve problemas com ele? Seja quando você estava no segundo grau ensino médio e tinha aquela queda pela menina mais linda (pra você era) da sua classe ou hoje mesmo quando você aquela mulher/homem estonteante na rua enquando você, falido como é, esperava o ônibus chegar.
Algumas pessoas tem problemas para simplesmente tentar falar com outras pessoas na qual existe o interesse carno-sexual-amoroso porque ou são tímida ou tem problemas com auto-estima. Outras simplesmente acreditam que existem maneiras mais sutis de se alcançar o(a) amado(a): Simpatias. Nada supera as simpatias de Santo Antônio – alguma coisa a ver com folha de bananeira ou comer o nome da pessoa escrito num papel junto com melancia, juro que não sei.
Em Curitiba eu reparei certos anúncios de uma chamada Vidente do Amor. Imagino que seja algo tipo Hitch, Conselheiro Amoroso mas sabe Alá como é porque eu não liguei, amém. Basicamente uma daquelas pessoas que vendem uma macumbinha/simpatia básica para quem está disposto a pagar. Veja o anúncio…

Clica aí que dá pra ler melhor
Caso você não tenha conseguido ler completamente o texto no fim do anúncio é “Pgto. após resultado“. Sim, tem garantia! Até o Cardoso pode conseguir aquele objeto de desejo dele com isso. Eu fico imaginando como são as ligações que esta pessoa recebe:
- Alô, é a vidente do amor?
- Fala meu filho…
- Eu quero me casar com a Fernanda Paes Leme em 60 dias senão eu coloco você no PROCON!
- Não se preocupe, aqui é garantido!
Caso alguém queira ligar para ela o número está ali e o código de área em Curitiba é 41. Boa sorte!
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As Olimpíadas de 2008 foram patéticas para o nosso país, isso é um fato. Falta dinheiro mesmo, grana, verdinhas! Não dá pra ir competir com países que investem zilhares de dólares para ganhar medalhas. A gente vai se contentando com bronze. Típico de nós latinos – nos contentarmos com qualquer porcaria.
Agora, descaso com atleta é pra quebrar as pernas. Ou o punho neste caso. A Jader Buárbosa arrebentou-se. Se a culpa é da CFG ou não eu tô realmente shitting and walking mas é este ponto que eu achei bacana da notícia referindo-se ao suposto fato de que não permitiam que ela bebesse água – ela tem pedra nos rins – enquanto estava concentrada no CT em Curitibópolis:
Não precisava disso, né? Nem nutricionista a gente tinha lá. Cada uma comia o que queria. Depois, reclamavam do nosso peso – disparou.
Pô? Que falta dinheiro falta, grande novidade. Mas bem que podiam ter pelo menos contratado uma nutricionista pra montar o cardápio das meninas né?
E depois querem que a gente seja uma potência nos esportes.
[ Vi aqui ó ]
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O ano de 2009 terá 11 dos seus feriados nacionais que caem em um dia útil – porque “dia de semana” todos são. O que isso significa? Marmotagem!

Tá olhando o quê?
photo credit: elmundoenbici.com
Depois de um segundo semestre altamente broxante devido a praticamente inexistência de feriados aproveitáveis seremos recompensados graças a Deus (lembre-se, foi um papa que mudou nosso calendário em algum ponto da história) com diversos dias para ficarmos de papo para o ar ou ir fazer coisas mais cansativas. Afinal de conta, um dia ruim longe do trabalho ainda é melhor que um bom dia de trabalho.
Pra indústria parece que isso não é bom. Paciência. Algumas coisas não agradam gregos e troianos e jamaicanos. A minha alegria é que na maioria destes feriados eu estarei feliz porque não trabalho.
Quem leva créu é quem terá de trabalhar nestes dias mas aí eu só digo “sinto muito”. Eu trabalhei nos dias 24, 26, 27 e 28 de Dezembro de 2008 e estou vivo para falar estas asneiras, logo, você também ficará.
[ Fonte: G1 ]
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Lá está você esperando que sua comida seja anunciada naquele display com números vermelhos em um fundo preto, LEDs se assim te agrada. Apenas esperando. Pessoas passam pra lá e pra cá, cada uma com seus pensamentos próprios de decidir o que irão comer ou simplesmente indo embora.
A eternidade do momento entre você pagar a comida e ser chamado para retirar parece beirar os inacreditáveis 500 anos que levaram pra encontrar o Brasil e virar o milênio. Você lembra do que você pediu e começa a ver no cardápio acima de você se as outras possibilidades não eram mais interessantes. Será que não eram mesmo? Eu pedi suco ou refrigerante? Quanto que deu no total mesmo?

Coincidência?
Passa uma pessoa conhecida que te cumprimenta. Você cumprimenta a pessoa e torce para que ela não sente com você, afinal de contas, se você quisesse companhia no dia de hoje você teria chamado alguém certo? Ela senta. Ela começa a falar da vida dela. Desanda a falar da vida dela. Meu Deus como a vida dele é chata. Espera. A vida dela é mais chata que a minha e … Ei! Pulou meu número!
Seu intruso – amigo era antes dele atrapalhar seu descanso milagroso do meio-dia – percebe isso e solta aquela pérola que eles dão números aleatórios para não gerar apreensão. Como se isso ajudasse em alguma coisa. A não ser que o programa de números aleatórios deles seja baseado em uma sequência de números há algo estranho nos números “aleatórios” 1, 2, 3, 4, 5 (o seu), 6, 7, 8 … Deus eles chamaram o 8 agora!
Pulgas? Hein? Do que que este animal tá falando agora? Aham. Concorde. Quem sabe ele vai embora. Não. Ele fica. 5! Aleluia! Você acha que agora vai! Seu suco está errado. Deixa pra lá, pode ser açaí com clorofila. Volta pra mesa, o desgraçado continua lá. E agora ele tem comida também. Vai ser um longo almoço.
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Quem dera eu tivesse esta vida.
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Uma das coisas que mais me diverte em ler blogs brasileiros* é ver como grande parte das pessoas evita falar sobre blogs/blogueiros e por fim termina dizendo que isto é uma meta-postagem. Apenas de olhar rapidamente nos feeds que eu assino eu percebi que já existia uma duas ou três postagens sobre meta-postagem mas foi a do Ibrahim que me fez pensar nisso tudo de meta-postagens.

Meta-dado de uma meta-imagem deste meta-post...
Mas o que há de errado nisso? Existe alguma regra obscura que proíba que os blogueiros falem de blogs em seus, pasmem, próprios blogs? É uma regra não escrita que diz que no momento que você fala de blogs você tem de deixar claro que é uma meta-postagem; Algo como aqueles que ganham dinheiro pra falar de um produto e sentem-se melhores por dizer que é uma postagem paga.
Eu acho uma coisa tão… natural falar de blogs. Afinal, o que é um blog se não uma ferramenta criada para que cada um possa expor sua opinião sobre qualquer assunto até mesmo, e por que não, blogs! Quem foi o primeiro sacripanta que se sentiu ofendido por ter lido sobre blogs em um blog? O problema é quando alguns escalam isso num nível mais elitista. Alguns consideram blogueiros que falam de blogs meros “emos de colégio”. Ou até mesmo aqueles cujos blogs são apenas listagens de piadas, imagens e vídeos do tutube engraçados.
Acho que este povo que considera os blogs a “Nova Mídia” esqueceu o que eles são de fato: Espaços privados para opiniões sem medo de parcialidade, para expor opiniões e vontades de maneira livre e desempedida. Considero que os blogs são uma mídia nova e diferente sim mas esquecer o que um blog é no seu íntimo é ofender a si mesmo.
* Não sei se isso escapa dos blogs .br pois leio um ou outro blog de fora do país
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Eu tenho um grande problema com hobbies: eu me empolgo demais com eles. Isto é um fato que a Elle e a Hoti podem escrever embaixo e concordar plenamente comigo. Claro, melhor isso do que eu ser viciado em qualquer droga, tipo axé ou sertanejo.
Meu problema começa que quando eu gosto de alguma coisa eu realmente entro de cabeça nisso e quero me dedicar a fundo nisso. “Latinismos” a parte, eu sou foda. Ponto. Se eu quero fazer algo bem-feito eu faço e é isso. Infelizmente, eu sou preguiçoso demais para diversas coisas e por isso eu não faço tantas coisas legais quanto eu gostaria. Atualmente a lista de coisas às quais eu me dedico ou dou atenção são:
- Séries de TV
- Séries de Anime
- Livros – sempre!
- Música
- Mangás
- Jogar PSP
- Montar kits de Gundams, a.k.a., Gunpla
É justamente no último que a coisa começou a pegar pesado. Não que o hobby seja um absurdo de caro, longe disso, ele é relativamente aceitável. Só que eu vou muito a fundo e gostaria de fazer várias coisas como pintar as partes, passar uma camada de topcoat e por aí vai.
Eu comecei a deixar de dar atenção a outras coisas e pessoas, e isso não é bom. Eu nunca faço por mal, juro! Mas como eu disse, eu quando gosto de algo me empolgo demais e acabo perdendo a noção de como eu estou agindo e interagindo com os outros.
Eu sei, texto um tanto quanto “vitimizado” mas entendam: Eu sou tão foda quanto Deus mas também tenho meus defeitos.
PS: Bitch, puh-lease!
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